Apesar do nome, o espetáculo que vou lhes recomendar não tem nada de nudez, pelo menos não ao pé da letra. O grupo de atores permanece o espetáculo todo nu de cenário e nu de figurinos especiais, mas vestidos de muita criatividade, sintonia e espontaniedade. Luisa Bonin, Paulo Gardola, Frank Souza, Diego duda e Marcão Freire sob a direção de Kely Varela são os tripulantes desta viagem, juntamente com a platéia, que embarca em deliciosas e frouxas gargalhadas durante todo o espetáculo.
O grupo usa jogos teatrais já conhecidos do grande público e outros de criação própria, todos utilizando sugestões da platéia. E com sugestões simples como situações, lugares, frases, ditados populares, entre outros, são desenroladas situações ilárias.
Ontem a noite, fui conferir a apresentação e saí do espaço com caimbra no maxilar de tanto rir. O jogo das frases, onde os atores sorteiam algumas frases e no decorrer da cena devem encaixá-las no contexto, foi sem dúvida um dos melhores da noite. Juntamente com o jogo coisas estranhas, velho conhecido dos amantes de improviso, onde os atores devem dizer ou representar coisas estranhas para se fazer em determinadas situações ou locais arrancaram os melhores coros de risadas dos espectadores.
O espaço onde acontece o Nu improviso, é aberto o ano todo com outros espetáculos e também cursos e oficinas de teatro, entre outras atividades. Quem gostar de rir, qualquer que seja a idade, ainda tem tempo de conferir o show até domingo, sempre as 23 horas no aconchegante Espaço Cultural Arte da Hora, os valores dos ingressos são 20 e 10 reais. Os atores apresentam-se também em vários outros espetáculos durante o festival como De Repente com marcão freire, Humordaçados com Diego Duda.
quem quiser mais informações pode acessar o site do festival:
ou pode pode conferir o site do Espaço Cultural Arte da Hora:
Por hoje é só pessoal! Beijos doces, até a próxima!


Valeu Aline!
ResponderExcluirOs comentários foram muito bem vindos e recompensantes pelo nosso trabalho!
Seja sempre bem vinda ao Arte da Hora.
Um abraço.
Paulo Gardola